Ministério do Turismo, Governo de Minas Gerais e Fundação Clóvis Salgado apresentam

Assista a conversa Arte que Inspira, mediada por Zélia Duncan

Três artistas da cerâmica, que trabalham na região de Brumadinho, se reúnem num bate-papo sobre a pesquisa de cada um e a potência inspiradora da natureza e da memória, da argila ao fogo, das sementes aos pigmentos, do utilitarismo à performance. 

Benedikt Wiertz, ceramista e professor alemão que vive na região há 25 anos desenvolve sua pesquisa com a cerâmica explorando a forma, texturas e esmaltes, integrando o material cerâmica com outras linguagens artísticas.

Inês Antonini é graduada em História e tem Mestrado em Ciência Política pela Universidade Federal de Minas Gerais. Estudou cerâmica em Southwest School of Arts and Crafts San Antonio, Texas e tem um forno à lenha – Anagama na região de Brumadinho, onde oferece diversos workshops e queimas coletivas.

Jéssica Martins e José Alberto Bahia (Saracura Três Potes) desenvolvem uma pesquisa em que transformam cascas de sementes das árvores brasileiras, nativas ou não e objetos utilitários que trazem narrativas específicas da cultura brasileira, em cerâmica. 

Todos eles têm uma forte relação com o bioma e com a comunidade de Brumadinho, região que apesar de ter atravessado momentos muito difíceis, continua pulsando arte e inspiração.

Na mediação, está a cantora, escritora e ativista cultural Zélia Duncan, que assim como nós sabe que a arte é universal e acalento para os dias bons e ruins. Antes de começar esse encontro potente e sensível, a Zélia trouxe um poema que capta com simplicidade e gentileza, o desafio e a alegria de falar sobre arte no contexto atual. 

Vale a leitura e assistir esse encontro na íntegra, mas se liga: ele estará disponível somente por tempo limitado. Acesse: 

“TIJOLOS DE UMA OBRA

Pra todo veneno, um antídoto
Pra toda tragédia, um renascimento
Pra toda tristeza, uma canção
Pra toda ruína, uma obra
Pra toda obra, uma arte
Pra toda arte, um par de olhos 
Pra cada par de olhos, um coração que enxergue
Para todo absurdo, uma esperança que nasça, do que restar de humano em nós!”

Zélia Duncan

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